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 Diário de uma KLE

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webmonstro



Moto : XT 350,DR 350 ES, RM 125, HusaberG FE400E

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Ter Dez 03, 2013 10:14 pm

Esse motor é o mesmo da GPz500 da vulcan 500 e da er-5 , apenas muda as arvores de cams , afinações de carburação e assim

Na altura as revistas diseram que o motor estava muito abafado em relação ao da gpz , mas como normalmente as revistas só pensam em motas de estrada, e não compreendem o que é bom para uma trail.

A sucessora é a versys 650 , pena é ser mais estradista ( e feia)
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http://www.duasantas.web.pt
Ricardo Nogueira



Moto : XT 600 Dark

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Ter Dez 03, 2013 10:39 pm

amigo parece nova boas curvas

  

_________________
Sempre a pensar nela XT600 Dark  
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ET600



Moto : 2KF e cangalhos

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Ter Dez 03, 2013 10:51 pm

Viva,

A Mota está muito bonita e aparenta estar em bom estado....

Um dos comentários que fiz, enquanto a estávamos a ver, foi que na minha opinião é um crime e ao mesmo tempo um achado encontrar motas com tantos anos neste estado...
Para além de estar toda de origem, tem realmente um aspecto conservado e aparentemente todos os artigos de desgaste estão como novos... pastilhas, discos, conjunto de transmissão, etc...

Só me esqueci de te dizer que aparentemente o nível do óleo do travao de trás parecia estar baixo...

Mas o que me pôs de boca aberta foi ver um Homem pagar uma Mota sem lhe pôr o cu em cima...  
Deu para perceber que o Jorge é da velha guarda, as palavras chegam.... mas sinceramente nos dias de hoje... fico na dúvida...  

E então pelos conhecimentos que o antigo dono demonstrou não ter!!! que medo...    O homem nem sabia para que servia a torneira da gasolina... quando eu lhe ia mexer para ver se estava a funcionar ele retorquiu logo "deixa estar que isso está muito bem assim..." isto dito com uma expressão facial que apenas me transmitiu... uma vez toquei nisso e fiquei apeado...    

Para além da conversa...

Vendedor "meto sempre o melhor óleo"
Jorge "qual é o óleo"
Vendedor "não sei qual é, mas é o melhor"
   

La fui eu armado em esperto dar uma voltinha apenas para ver se a máquina passava bem a caixa...

Boa sorte com a máquina Jorge...    

_________________
 

ET600
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Edgar



Moto : XT 600 Edventure

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Ter Dez 03, 2013 11:11 pm

ET600 escreveu:

Vendedor "meto sempre o melhor óleo"
Jorge "qual é o óleo"
Vendedor "não sei qual é, mas é o melhor"
   
  

Essa é boa...
essa é a melhor que já li  
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http://vadiodaxt.blogspot.com/
Jorge



Moto : Duas

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Ter Dez 03, 2013 11:17 pm

Edgar escreveu:



Bela Maxine
segundo a revista Motociclismo Espanhola, é a melhor Trail quando comparada com a Vstrom650, Transalp650 e as outras bicilindricas de 2 cilindros de média cilindrada
era um comparativo apenas para a classe das 600/650cc sem monocilindricas

o motor é deveras conhecido... por ser bom...

compreendo o @Johnny
compreendo tanto pelas palavras sobre a 660 de 5 valvulas
e agora por esta



Obr

Penso que eles comparam-na com essas por não haver nenhuma no seu segmento, e ela não fica nada atrás...  

Pmvpires escreveu:
Tu não paras ...

Parabéns pela aquisição, gosto bastante desse modelo , boa sorte com ela....


Obr

Tambem gosto bastante dela, apenas aquela frente sem vidro a torne estranha...  

Ricardo Cardim escreveu:
À malandro.
Mas é impressão minha ou a mota parece saída do stand?
Parabéns pela aquisição.
Quando é que tiro as teias de aranha isso
Boa sorte com ela amigo
Só tem 29,000 e foi bem guardada...  

Andar nela é que não sei quando vai ser possivel, como viste está desmanchada e não sei por quanto tempo vai ficar, ainda não decidi que fica naquela côr e mais umas coisinhas...  

webmonstro escreveu:
Esse motor é o mesmo da GPz500 da vulcan 500 e da er-5 , apenas muda as arvores de cams , afinações de carburação e assim

Na altura as revistas diseram que o motor estava muito abafado em relação ao da gpz , mas como normalmente as revistas só pensam em motas de estrada, e não compreendem o que é bom para uma trail.

A sucessora é a versys 650 , pena é ser mais estradista ( e feia)
Não sabia que a arvore de cames tambem era diferente e pensava que bastava trocar carburadores e CDI para ficar com o desempenho da GPZ...  

Quando se andou com a moto pela 1ª vez encontrei um pequeno poço mas ao rolar mais uns kilometros ele mostrou ser muito bom...  

Quanto à Versys partilho da mesma opinião, aquilo é mesmo feio e nem parece ser uma Kawasaki...  

Ricardo Nogueira escreveu:
amigo parece nova boas curvas

Obr

ET600 escreveu:
Viva,

A Mota está muito bonita e aparenta estar em bom estado....

Um dos comentários que fiz, enquanto a estávamos a ver, foi que na minha opinião é um crime e ao mesmo tempo um achado encontrar motas com tantos anos neste estado...
Para além de estar toda de origem, tem realmente um aspecto conservado e aparentemente todos os artigos de desgaste estão como novos... pastilhas, discos, conjunto de transmissão, etc...

Só me esqueci de te dizer que aparentemente o nível do óleo do travao de trás parecia estar baixo...

Mas o que me pôs de boca aberta foi ver um Homem pagar uma Mota sem lhe pôr o cu em cima...
Deu para perceber que o Jorge é da velha guarda, as palavras chegam.... mas sinceramente nos dias de hoje... fico na dúvida...

E então pelos conhecimentos que o antigo dono demonstrou não ter!!! que medo... O homem nem sabia para que servia a torneira da gasolina... quando eu lhe ia mexer para ver se estava a funcionar ele retorquiu logo "deixa estar que isso está muito bem assim..." isto dito com uma expressão facial que apenas me transmitiu... uma vez toquei nisso e fiquei apeado...

Para além da conversa...

Vendedor "meto sempre o melhor óleo"
Jorge "qual é o óleo"
Vendedor "não sei qual é, mas é o melhor"


La fui eu armado em esperto dar uma voltinha apenas para ver se a máquina passava bem a caixa...

Boa sorte com a máquina Jorge...
Pois foi...  

O homem já tava nervoso e nem nos deixava mexer em nada...  

Confesso que as vezes arrisco demasiado e a Rosinha foi um desses casos que felizmente terminou sem prejuízo mas que eu podia ter ficado arder com uns bons cobres...  

Hoje só tive tempo para a desmanchar e conforme for podendo vou ver tudo com mais atenção...  

Obrigado por tudo amigo!  

Edgar escreveu:
ET600 escreveu:

Vendedor "meto sempre o melhor óleo"
Jorge "qual é o óleo"
Vendedor "não sei qual é, mas é o melhor"


Essa é boa...
essa é a melhor que já li
É daqueles... tá a ver... do melhor, apenas do melhor, eu só uso óleo do melhor.  
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Jorge



Moto : Duas

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Ter Dez 03, 2013 11:21 pm


Bom, aqui vai o resto da aventura...  



Visto que não se podia fazer mais nada, eu e o Emanuel arrancamos e fomos almoçar mas já que se estava numa de ver motos fomos primeiro até à garagem dele ver as suas meninas, finalmente eu ia ver de perto a moto mais linda aqui do forum (e não só), que maravilha de restauro ela levou e parece mesmo que saiu à pouco da fabrica. Tambem apreciei a VFR que está imaculada e outras coisas que ele por lá tem, e como já eram 14h00 fomos então almoçar e comer uma francesinha (não estivessemos no Porto). A francesinha fez-me lembrar duma que comi em Vila Real e do Moutinho e tive pena de não ter tempo para ir até Vila Real, passar lá a noite e regressar no dia seguinte, mas tinha de estar cedo em F. Ferro e me imaginava a fazer a viagem depois às 5h30 ou 6h00 para baixo, mas haverá outra oportunidade com certeza.

Com a francesinha já papada voltamos de novo para ver a KLE e se finalmente eu ia ter moto para fazer a viagem de regresso ou se voltava de camioneta, não estava com muitas esperanças mas afinal já estava tudo resolvido e a funcionar bem. Pronto finalmente vamos ter negocio e admirado o Emanuel ainda me pergunta “mas tu nem vais experimentar a moto” o que eu respondi que raramente isso acontece porque funciono por intuição e disse “vai tu experimentar, até porque percebes melhor que eu dessas coisas” ele aceitou e foi dar uma volta e quando voltou percebi na sua cara que estava a fazer uma boa compra.

Toca a tratar da papelada, dinheiro, mais um pouco de conversa e já o dia começa a terminar, são 4 da tarde e já so tenho pouco mais de uma hora de sol e imagino o frio que vou rapar para voltar a casa. Lá me equipo com o pouco que trouxe monto-me na burra e vou atrás do Emanuel que me vai ajudar a sair dali para não me perder, ainda fazemos uma paragem para despedidas e cafezinho e as 16h30 arranco e aqui começam os problemas, apesar do Emanuel me ter acompanhado até ao ponto onde eu devia seguir com o sol de frente e com aquela ansia de quem começa uma viagem de regresso dou por mim na faixa da via verde quando me apercebo que não atrouxe, travo a fundo e ainda consigo meter-me na faixa seguinte, tiro o titulo e arranco mas apercebo-me que vou no sentido errado e alguns quilometros mais à frente saio e na portagem mais uma vez fico com a ideia que algo de estranho se passa, procuro o titulo mas não o encontro, deve ter caido do bolso e como tal tenho de pagar a taxa máxima 28,30€ como se viesse de valença... paciência, arranco e desta vez vou na direção certa o dia já pouca luz tem e frio começa a fazer sentir e muito e a única coisa que me restava vestir era um corta vento e esperei para parar numa estação de serviço, o pior é que onde eu circulava (CREP) elas não existem e eu só pedia que a gasolina chega-se até à próxima e felizmente sim e em Antuã parei para abastecer e vestir o corta ventos.

Eram 17h50 quando volto a fazerme à estrada e logo me apercebi que não ia aguentar aquele frio por muito tempo e tinha de fazer a viagem a para em todas as estações de serviço para tentar aquecer um pouco e continuar e assim fiz, lá fui aguentando o frio que cada vez era maior, entrava-me no capacete e gelava-me a cabeça, não sentia a ponta dos dedos das mãos mas incrivelmente tinha os pés confortaveis graças aquelas botas.

As paragens foram se sucedendo e depois de ter estado parado na de Leiria após uns 10 kms talvez sinto algo bater-me nas costas, olho pelo espelho e vejo que é a tampa do top case que se abriu, com a mão fecho-a mais novamente ela abre-se, reduzo de velocidade volto a fechá-la e penso que tenho de parar, mas como se estou numa auto estrada? Decido que vai ter de ser e encosto-me à berna e paro, abro o descanço e e saio da moto mas mal o faço esta desliza e cai-me com o meu poisa pés bem em cima do dedo grande e oiço um estrondo que pensei “já se partiu toda”, a noite era escura o local afastado de tudo a unica coisa que via era o que os carros ao passar iluminavam, desisti de procurar o que podesse estar por ali espalhado e vou levantar a moto mas devido apróximidade da valeta esta escorrega e quase vai lá para baixo, consigo engatar uma mudança e a travar com o da frente ao mesmo tempo que a levanto lá a consigo por de pé, sem pensar em mais nada e com a necessidade de sair dali o mais de pressa possivel montei-me em cima da moto e ao apertar a embraiagem senti que a manete tinha partido a ponta, vou para colocar em ponto morto e a peseira não estava lá, aproveitando a luz dos carros que passavam vi que ela tinha ficado recolhida puxei-a e felizmente não tinha partido, ponha moto a trabalhar e arranco todo contente por esta estar a funcionar direitinho mas uns quilometros mais à frente a moto começa-me a soluçar, imaginei que fosse uma das velas que tivesse a falhar, já quando ela teve o problema da bateria o Emanuel disse que uma vela tinha isolado, mas ali eu não podia ficar novamente parado e aos poucos ela foi andando, ora ficava bem ora caia de rotação mas tinha de conseguir chegar a próxima estação que estava a 10km segundo a placa informativa, e enquanto isso não acontecia eu ia pensando no porquê de tanto azar e em vos alta dizia “por favor por favor” cada vez que a moto começava a morrer, depois ganhava vida novamente e eu ficava com um sorriso enorme por estar a conseguir eliminar mais uns quilometros, até que com a estação já a vista e a faltar pouco menos de 1 km ela começa a desistir, meto-me para a berma e já a pensar que vou ter de ir com ela pela mão quando volta a ganhar vida e eu aproveito para dar o máximo que puder e tentar chegar lá e pensando que consegui o motor morre totalmente mas como vinha bem embalado ainda consigo chegar à entrada da estação e com a moto a delizar silenciosamente consigo ir até à bomda. Abro a tampa do deposito e vejo que ainda tenho gasolina mas talvez seja só reserva, atesto e penso que “pode ser que fosse falta de gasolina” e dou ao starter que para meu espanto a moto pega e fica a trabalhar certinha... era falta de gasolina, como não estou habitiuado a ela calculei mal os quilometros e como é praticamente impossivel com luvas ainda por cima grossas mexer na torneira para colocar na reserva por ser embutida não experimentei essa possibilidade.

A partir daqui as coisas melhoraram e só tive de me concentar em combater o frio, agora com umas levas dentro de outras o que me deixava sem tato algum e apenas me deparei com outro problema a seguir ao Carregado onde a auto estrada estava completamente parada, com uma fila de varios quilometros e que me soube tão bem andar pelo meio daqueles carros todos, por um lado por eu puder andar e eles não e por outro porque no meio deles estava um quentinho agradavel vindo de tantos escapes e lá fui passando até encontar o culpado daquilo tudo, um tir transportando um contentor tinha-se despistado e o contentor estava a ser removido do meio da estrada, mas consegui passar e às 21h00:34 estava nas portagens da Alverca a pagar e as 21h45 terminava esta odisseia em casa com um pensamento. Se consegui aguentar todo este frio que vim depois a saber ter sido de 3 graus e nalguns sitio de zero, então se calhar até consigo ir até aos Esquimós pró ano...  

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Flat_Out



Moto : Yamaha XT660Z

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Ter Dez 03, 2013 11:31 pm

Uma aventura  

De facto a Kawa parece estar muito bem cuidada! Parabéns e boa sorte!

_________________
Flat_Out @ clubeXTportugal
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Edgar



Moto : XT 600 Edventure

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Ter Dez 03, 2013 11:56 pm

Os Eskimós é mais soft  

Boa-sorte com ela   
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ACordeiro



Moto : Xt600e -2002

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Qua Dez 04, 2013 12:04 am

Que belo relato!!  

Parece uma cena dos apanhados.   Agora já sabes os sintomas dela ficar sem gasolina.

Desconfio que deixaste cair a moto de propósito para teres que a desmontar.  

Força nessa revisão profunda. Vai dando notícias bem documentadas.

 


_________________
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ET600



Moto : 2KF e cangalhos

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Qua Dez 04, 2013 12:11 am

Realmente...

Grande galo...   

Ainda hoje estive a falar com um amigo que teve uma igual à tua durante 13 anos... só disse maravilhas da mota...  

_________________
 

ET600
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rix



Moto : xt 600 e

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Qua Dez 04, 2013 12:41 am

Boa sorte com a mota   
abraço

_________________
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Johnny_1056



Moto : Yamaha

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Qua Dez 04, 2013 9:39 am

Boas;
Por mais velhos que sejamos ou estejamos fartos de fazer certas coisas, há sempre algumas que nos criam aquele "nervosismo de puto". Comprar uma moto, é uma dessas situações. 
Isso é que foi um regresso a casa atribulado!! 
Agora acalma-te, substitui a manete, ajusta os comandos à tua medida e siga!! Km´s com força.

Quando a quereres meter o motor com as especificações da GPZ, não vejo grande vantagem nisso. A GPZ é uma moto de estrada com um motor ligeiramente mais pontudo e menos disponível em baixas (algo essencial para quem gosta andar fora de estrada). Mesmo na KLE havia muita gente que gostaria que esta tivesse mais disponibilidade em baixas.
Evita andar com o motor a rotações mais baixas, esse motor gosta um bocado de rotação e o sistema de distribuição agradece.

Força!!

E vê lá se te animas com a ideia de apareceres nos Eskimós.
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Nuno_Dias




MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Qua Dez 04, 2013 10:07 am

   
Muito bom Jorge!!!
Viagem atribulada de facto, mas pensa no seguinte: Daqui a uns tempos são estas histórias que nos fazem sorrir pelas peripécias da mesma. Imagina q ias de carro buscar a mota e vinhas com ela num dia solarengo e chegavas a casa em que tudo tinha corrido bem?! Que piada tinha? O que é que daqui a uns anos ias contar aos netinhos? Ah e tal uma vez fui ao Norte buscar uma mota.... 
Fiz uma parecida em Março/Abril salvo erro...também fui buscar a TA ao Porto com umas aventuras pelo meio. Mas a tua história foi bastante mais atribulada.

Falando da Mota...
Fizeste-me recordar o ano de 1993... 
Era eu o feliz proprietário da XT600E novinha em folha e eis que um amigo meu de infância aproveitou a onda das motas novas e adquiriu um belo exemplar igual á tua. De facto esse motor é muito bom, sendo que é biciclindrico, era motinha que dava "pica" conduzir...
Lembro-me que ele na dele, mas ainda em garantia teve um problema salvo erro de válvulas ou de cames...não me recordo. Foi resolvido e nunca mais teve problema. Nunca foi uma mota muito aceite por cá...estranhamente...ou não. Na minha opinião nunca a considerei uma Trail...sempre a achei um pouco mais virada p estrada, embora tenha roda 21 na frente julgo eu  . Agora ao fim destes anos e olhando bem para ela, acho que deve desenrascar muito bem a função fora de estrada. Em estrada lembro-me que era muito boa...e que tinha um som do motor/escape muito apelativo. A Kawa também na altura não tinha grande representação, como ainda não tem em Portugal. Embora hoje em dia com Internet, tudo esteja "aqui ao lado"
Ha uns tempos numa das minhas trocas de motas (como tu) alguém me sugeriu uma troca por um desses modelos, mas ou eu já tinha vendido ou trocado e até fiquei com "pena", pois se calhar o negócio era porreiro.

Isto para te dizer que fico muito contente por ti, a mota está com um aspecto fantástico, parece q saiu do stand, e um obrigado por me fazeres voltar 20 anos atrás, quer pelo modelo da mota quer pela história contada...
Tenho tantas dessas... 

Grande abraço! 

_________________
Two Big for me
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Nuno_Dias




MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Qua Dez 04, 2013 10:09 am

Esqueci: Relativamente á cor, acho-a fantástica. Fica-lhe muito bem. Eu não mudava!

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Jorge



Moto : Duas

MensagemAssunto: Re: Diário de uma KLE   Qua Dez 04, 2013 1:47 pm

Flat_Out escreveu:
Uma aventura  

De facto a Kawa parece estar muito bem cuidada! Parabéns e boa sorte!
Foi uma aventura e pêras...  

Obr


Edgar escreveu:
Os Eskimós é mais soft  

Boa-sorte com ela   
Vamos lá ver se é desta que vou até lá...  

Obr


ACordeiro escreveu:
Que belo relato!!  

Parece uma cena dos apanhados.    Agora já sabes os sintomas dela ficar sem gasolina.

Desconfio que deixaste cair a moto de propósito para teres que a desmontar.  

Força nessa revisão profunda. Vai dando notícias bem documentadas.

 

 

Visto a esta distancia até fico com um sorriso nos lábios quando me lembro, mas na altura...  

Se eu conseguir fazer tudo aquilo que tenho na ideia vai dar muitas paginas de brico...  


ET600 escreveu:
Realmente...

Grande galo...   

Ainda hoje estive a falar com um amigo que teve uma igual à tua durante 13 anos... só disse maravilhas da mota...  
Podes crer...  

Do pouco que andei com a moto só notei que a travagem é inferior à da Té, de resto estou satisfeito...  

Espero que seja desta que eu consiga ter uma moto o mesmo tempo que o teu amigo...  


rix escreveu:
Boa sorte com a mota    
abraço
Obr


Johnny_1056 escreveu:
Boas;
Por mais velhos que sejamos ou estejamos fartos de fazer certas coisas, há sempre algumas que nos criam aquele "nervosismo de puto". Comprar uma moto, é uma dessas situações. 
Isso é que foi um regresso a casa atribulado!! 
Agora acalma-te, substitui a manete, ajusta os comandos à tua medida e siga!! Km´s com força.

Quando a quereres meter o motor com as especificações da GPZ, não vejo grande vantagem nisso. A GPZ é uma moto de estrada com um motor ligeiramente mais pontudo e menos disponível em baixas (algo essencial para quem gosta andar fora de estrada). Mesmo na KLE havia muita gente que gostaria que esta tivesse mais disponibilidade em baixas.
Evita andar com o motor a rotações mais baixas, esse motor gosta um bocado de rotação e o sistema de distribuição agradece.

Força!!

E vê lá se te animas com a ideia de apareceres nos Eskimós.
Ás vezes é difícil a gente libertar-se do puto que há em nós, e eu pior ainda...  

O regresso foi muito para além do eu poderia imaginar, mas como tudo na vida serve para nos dizer que estamos e queremos continuar vivos!  

O facto de existir uma versão com mais pica e 10 kawalinhos de potencia entusiasmou-me e imaginei um dia talvez mas não é importante que 50 chegam muito bem para o uso que lhe quero dar...  

Por acaso tinha ficado com a ideia que ele se aguentava bem em baixas, nesse caso vou ter esse cuidado...   

Os Eskimós... vamos vêr se é desta!  


Nuno_Dias escreveu:
   
Muito bom Jorge!!!
Viagem atribulada de facto, mas pensa no seguinte: Daqui a uns tempos são estas histórias que nos fazem sorrir pelas peripécias da mesma. Imagina q ias de carro buscar a mota e vinhas com ela num dia solarengo e chegavas a casa em que tudo tinha corrido bem?! Que piada tinha? O que é que daqui a uns anos ias contar aos netinhos? Ah e tal uma vez fui ao Norte buscar uma mota.... 
Fiz uma parecida em Março/Abril salvo erro...também fui buscar a TA ao Porto com umas aventuras pelo meio. Mas a tua história foi bastante mais atribulada.

Falando da Mota...
Fizeste-me recordar o ano de 1993... 
Era eu o feliz proprietário da XT600E novinha em folha e eis que um amigo meu de infância aproveitou a onda das motas novas e adquiriu um belo exemplar igual á tua. De facto esse motor é muito bom, sendo que é biciclindrico, era motinha que dava "pica" conduzir...
Lembro-me que ele na dele, mas ainda em garantia teve um problema salvo erro de válvulas ou de cames...não me recordo. Foi resolvido e nunca mais teve problema. Nunca foi uma mota muito aceite por cá...estranhamente...ou não. Na minha opinião nunca a considerei uma Trail...sempre a achei um pouco mais virada p estrada, embora tenha roda 21 na frente julgo eu  . Agora ao fim destes anos e olhando bem para ela, acho que deve desenrascar muito bem a função fora de estrada. Em estrada lembro-me que era muito boa...e que tinha um som do motor/escape muito apelativo. A Kawa também na altura não tinha grande representação, como ainda não tem em Portugal. Embora hoje em dia com Internet, tudo esteja "aqui ao lado"
Ha uns tempos numa das minhas trocas de motas (como tu) alguém me sugeriu uma troca por um desses modelos, mas ou eu já tinha vendido ou trocado e até fiquei com "pena", pois se calhar o negócio era porreiro.

Isto para te dizer que fico muito contente por ti, a mota está com um aspecto fantástico, parece q saiu do stand, e um obrigado por me fazeres voltar 20 anos atrás, quer pelo modelo da mota quer pela história contada...
Tenho tantas dessas... 

Grande abraço! 
Nuno_Dias escreveu:
Esqueci: Relativamente á cor, acho-a fantástica. Fica-lhe muito bem. Eu não mudava!
Não sei se alguém aqui já esteve alguma vez parado em plena auto estrada no meio do nada, escuro como breu, mas é uma sensação de impotência (pior que a outra) faz-nos sentir que não somos nada e que se queremos sair dali temos de nos virar sozinhos... mas como to disseste ficamos com uma experiencia e uma história para contar...  

Recuando no tempo como tu lembro-me também de um amigo que tinha uma destas em lilás, numa altura em que eu tinha a Tiger 900 e também como tu não lha achava muita graça, um pouco como a TDM, são motos que esteticamente parecem desenquadradas do que estamos habituados a ver, mas agora por destino ou por castigo estou aos poucos a tê-las na minha garagem...

Fico feliz por a minha história (apesar de trapalhona) servir para lembrar bons momentos, quanto á côr já a começo aceitar melhor com os vossos comentários mas continuo achar que é uma côr que combina melhor com um gajo de gravata...  

Grande abraço...  
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